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O ano de 2025 é especial para o Fluminense, já que o clube comemora os 50 anos do início da histórica Máquina Tricolor, uma equipe que encantou o Brasil entre 1975 e 1977.
Cinco décadas depois, os craques do Fluminense influenciam as apostas esportivas, mostrando que a memória daquela equipe lendária de 1975 ultrapassa o tempo e ainda gera impacto no presente. Pratique o jogo seguro.
Vamos relembrar como foi esse momento e os principais feitos da equipe.
O presidente Francisco Horta tinha uma missão clara: acabar com o estigma de ‘timinho’ que muitos associavam ao Fluminense nos últimos anos e montar uma equipe que devolvesse alegria aos torcedores.
Logo de cara, ele mostrou que não estava para brincadeira e buscou estrelas como Zé Mário, Mário Sérgio e Roberto Rivellino, que se juntaram a jovens promessas da base do clube.
O futebol praticado era de tamanha qualidade que muitos o comparavam à lendária Holanda de Cruyff: um time que jogava sempre para encantar, atacando e impondo espetáculo diante dos adversários.
Foram duas temporadas de bom futebol, tornando-se em um dos principais clubes do país, mas não se limitando aos jogos apenas no Brasil. A Máquina Tricolor chegou a enfrentar e vencer o Bayern de Munique, de Franz Beckenbauer, que contava com a base da seleção da Alemanha que foi campeã do mundo em 1974.
Em 1976, o Tricolor das Laranjeiras bateu o recorde de média de público do Campeonato Brasileiro, levando cerca de 43 mil pagantes por jogo. No mesmo ano, pela competição no dia 5 de dezembro, foram 146.043 acompanhando o empate por 1 a 1 com o Corinthians.
Além disso, entre 1975 e 1977, nada menos que 16 jogadores com passagem pela Seleção Brasileira defenderam o Fluminense. Eram eles: Félix, Renato, Edinho, Miguel, Abel, Carlos Alberto Torres, Toninho, Rodrigues Neto, Marco Antônio, Marinho Chagas, Pintinho, Rivelino, Dirceu, Paulo César Caju, Mário Sérgio e Gil.
No período, o Fluminense contou com dois treinadores. Paulo Emílio foi o primeiro, em 1975, enquanto Mário Travaglini comandou a equipe em 1976. O time base foi:
Renato (Félix); Rubens Galaxe (Toninho), Carlos Alberto Torres (Assis), Edinho e Rodrigues Neto (Marco Antônio); Carlos Alberto Pintinho, Cléber (Paulo César Caju), Dirceu (Manfrini) e Rivelino; Gil (Cafuringa) e Doval (Zé Roberto).
Entre os títulos, o Tricolor Carioca foi: Bicampeão Carioca em 1975 e 1976, campeão do Torneio de Paris em 1976, campeão da Copa Viña Del Mar em 1976 e do Encantador de Plateias Europeias em 1976.
Em 1977, em um dos últimos atos do lendário elenco, o Fluminense conquistou o Troféu Teresa Herrera, vencendo o Feyenoord da Holanda por 2 a 0. Depois disso, muitos jogadores deixaram o clube, que não conseguiu manter o mesmo desempenho e encerrou o ciclo da Máquina Tricolor.




